Crónica de um diário qualquer III
Ainda me lembro daquela noite de Natal. A primeira sem a minha cachorra que me acompanhou durante quase quatorze natais. Um embrulho gigante e pesado em meu nome. Sonhara sempre com um drone no sapatinho, mas ele nunca chegou. Pelo menos até à data. Uma scooter Xiaomi, com zero quilómetros. Entretanto já se passaram dois natais e ela permanece como nova, a caminho dos quatrocentos quilómetros de utilização. Passear sem pressas, pelos caminhos certos e ir fotografando o que de melhor a cidade e as paisagens por aqui nos dão. Sou um defensor da mobilidade urbana, mas não deste género de "utilizadores" que deixam onde calha o meio de transporte da juventude e dos adultos mais novos. Há quem as pinte ou coloque um vinil a recordar marcas de automóveis e de motas, fazem upgrades para andar mais uma hora ou duas com ela.
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